11/02/08
DIA MUNDIAL DO DOENTE
JESUS CRISTO TERIA SIDO MÉDICO?
Hoje, 11 de Fevereiro, alguns celebram o Dia Mundial do Doente.
É uma ocasião propícia para as pessoas reflectirem sobre o sentido do sofrimento, da dor, dos serviços nacionais de saúde.
O papa Bento XVI tem uma mensagem para este dia e vou transcrever este pormenor:
"que o Dia Mundial do Doente seja uma circunstância propícia para invocar, de forma especial, a protecção maternal de Maria sobre quantos são provados pela doença, sobre os agentes que trabalham no sector da assistência médica e sobre aqueles que desempenham funções no campo da pastoral da saúde".
Neste dia é importante lembrar a Carta dos Direitos do Doente.
Vou apenas salientar alguns pontos dessa carta:
- O doente tem direito à prestação de cuidados continuados.
- O doente tem direito de acesso aos dados registados no seu processo clínico.
- O doente tem direito de, por si, ou por quem o represente, apresentar
reclamações/sugestões.
Há outros direitos nessa carta que também são importantes. Quis fixar-me nestes porque penso que há muito caminho a andar para que o doente goze destes direitos. Os cuidados continuados em Portugal todos sabemos que não chegam a todos os necessitados. Há necessidade de alargar a rede de cuidados continuados. Com uma maior rede de cuidados continuados criaremos melhores cuidados de saúde ao doente. Os hospitais centrais ficam com mais camas, com mais profissionais, com melhores condições para prestarem outros serviços, outros cuidados que não os "continuados". A pessoa doente tem direito aos cuidados de saúde durante toda a sua vida.
Os doentes, muitas vezes, são impedidos de ler o seu processo clínico. Mas porquê?
São poucos os que reclamam e muito menos aqueles que apresentam sugestões. Terão medo das consequências?
A saúde é importante, muito importante para a felicidade humana.
Haja saúde, porque o resto vem por acréscimo.
09/02/08
COMPORTAMENTOS E ATITUDES
É essencial haver uma permanente atenção e grande dedicação ao doente, visto como pessoa humana com necessidades físicas, psíquicas, espirituais, culturais e sociais para satisfazer. É importante que o doente não se sinta um peso, um fardo, rejeitado ou abandonado no hospital.O Auxiliar de Acção Médica, muitas vezes os primeiros profissionais de saúde a lidar com o doente, deve procurar ser competente e mostrar afecto pela pessoa que acabou de dar entrada no seu serviço.
O Auxiliar de Acção Médica deve esforçar-se por adquirir comportamentos que o dignifiquem. O mesmo deve fazer em relação ao serviço onde trabalha e com isso, prestigiar o estabelecimento de saúde onde trabalha.
Como Auxiliar de Acção Médica devemos assumir algumas atitudes adequadas como as de:
- Fazer um bom acolhimento ao doente recém-admitido;
- Preservar um ambiente calmo e sem ruídos;
- Evitar conversas sobre situações pessoais, questões familiares ou sociais, quando não
necessárias. Se ocorrerem, não fazer comentários gratuitos;
- Evitar conversas inúteis e prejudiciais para o doente quando estamos ao seu redor.
- Demonstrar carinho e afecto pelos doentes mais debilitados, mais carenciados e mais
desprotegidos;
- Falar com calma e em tom de voz adequado;
- Não perder a paciencia, mesmo perante comportamentos de incompreensão por parte do
doente;
- Escutar atentamente o doente;
- Sorrir oportuna e adequadamente;
- Para qualquer solicitação médica, de enfermagem ou administrativa, garantir que a
transmite ao destinatário ou encaminhar adequadamente;
- Cuidar do doente com jeito e delicadeza;
- Conhecer o doente e chamá-lo pelo nome;
- Garantir o sigilo profissional, não revelando a ninguém, fora da equipa de saúde, dados
relacionados com o doente ou a sua doença; encaminhar as informações para quem está
autorizado a dá-las, mas com escusas cuidadas e não intempestivas.
Estes comportamentos dos Auxiliares de Acção Médica também se devem aplicar nas relações com os outros elementos da equipa multidisciplinar bem como com os familiares dos doentes ou outros visitantes do serviço.
29/01/08
MAIS DO MESMO???
A futura ministra aceitou o convite e diz que acredita na reforma em curso, bem como no Serviço Nacional de Saúde....
Bem-vinda ao circo!!!
20/01/08
A AVALIAÇÃO AVALIADA
Com a publicação da Lei nº66-B/2007, de 28 de Dezembro de 2007, entrou em vigor em Portugal o SIADAP(Sistema de Avaliação de Desempenho da Administração Pública). Este sistema, que há tanto se fala, vai agora também avaliar o desempenho dos serviços, dirigentes e trabalhadores do Estado.A partir deste ano, os funcionários públicos vão ser responsabilizados sempre que não cumprirem os seus objectivos.
No caso dos Auxiliares de Acção Médica, iremos ser avaliados pelo(a) nosso(a) encarregado(a), pelo Chefe de Enfermagem do serviço onde trabalhamos, pelo Encarregado Geral...pelos gestores e directores da unidade de saúde.
A avaliação deve ser comunicada ao auxiliar numa reunião com o avaliador, a ser realizada durante o mês de Fevereiro.
Ouço dizer que agora é a doer! E antes não?
O SIADAP tem quotas de avaliação: cada serviço tem um limite de 25% de "Muito Bom"e desses apenas 5% podem ser avaliados de "Excelentes" e "Relevantes". Ora, num serviço com Directores, gestores, médicos, técnicos, enfermeiros e Auxiliares como avaliar bem?
15/01/08
REGULAMENTAR A CARREIRA DE AUXILIAR DE ACÇÃO MÉDICA

O que significa regulamentar a carreira de Auxiliar de Acção Médica?
Significa ser reconhecido.
Os auxiliares de acção médica respeitam todas as profissões. Não queremos privilégios, mas apenas ser reconhecidos como profissionais de saúde, com uma vida profissional bem regulamentada, com perspectivas de evolução e crescimento profissional, pessoal e monetário.
O Governo prepara-se para aprovar as Carreiras e Vínculos e pelo que já li por aí, os Auxiliares de Acção Médica passarão a integrar a profissão dos "Técnicos Operacionais", ficando metidos no mesmo "saco" os vigilantes, os porteiros, os motoristas, os electricistas, os/as cozinheiras, os barbeiros, etc. etc....todos com carreiras diferentes e diferentes tarefas, mas todos chamados "Técnicos Operacionais".Os trabalhadores dos Serviços Gerais de Saúde, onde se incluem os A.A.M., através da sua associação(A.T.S.G.S.)estão a trabalhar e bem.Daqui a uns meses vamos ver o que será o nosso futuro profissional.
12/01/08
EM MEMÓRIA DO JAIME
Estou triste!O Jaime, o doente da cama 66, tinha a sua fotografia publicada na necrologia do Jornal de Notícias. A sua mãe e restante família anunciava a hora do seu funeral e chorava a perda do seu ente querido...coitado do Jaime, nestas últimas semanas foi tratado pior que um cão abandonado. Esteve no hospital e não recebia visitas e a roupa que vestia era do hospital. Ele perguntava quando ia para casa da mãe. Mas no dia que os médicos lhe deram alta, a equipa de enfermagem contactou a família e o transporte foi marcado para o fim do dia 31 de Dezembro. Eu, no dia 1 de Janeiro fui trabalhar de manhã e para meu espanto encontro o Jaime na mesma cama. Soube que não havia ninguém em casa para o receber, a mãe não lhe abriu a porta e os senhores do transporte de doentes regressaram com ele ao hospital. Durante essa manhã, o Jaime perguntou-me se ia nesse dia para casa...queria ir para casa. Claro que lhe expliquei que era feriado e não havia quem o levasse e talvez fosse no dia seguinte.
Mas o Jaime continuou na cama 66, a tomar banho e a vestir um daqueles pijamas do hospital. Foram mais uns dias e um dia disseram-me que finalmente tinha sido transferido para uma unidade de saúde lá para os lados de Baião. Fiquei contente com a notícia, porque dada a idade da mãe do Jaime seria talvez melhor ele ir para um sítio onde o apoio não lhe faltaria.
Ontem fiquei triste, muito triste quando vi a sua fotografia no jornal. O Jaime merecia mais carinho, mais ternura e afecto. Os homens e mulheres que trabalharam ou trabalham na Associação de Ourives talvez se lembrem do contínuo chamado Jaime. Quanto à sua mãe, dona de casa, ao seu irmão, arquitecto, não tenho tantas certezas. Triste, triste é mesmo morrer abandonado.Nem um cão merece morrer assim!
09/01/08
A IMPORTÂNCIA DA BOA FORMAÇÃO

Os Heróis desta história:
Silvério Albino
e
Mário Baptista
Tiago, 13 anos, guarda redes do Castrense, no jogo de futebol do campeonato Distrital de Iniciados, que ocorreu no passado domingo, chocou com um adversário, caindo inanimado no chão.
O árbitro do encontro, Silvério Albino, apercebeu-se da gravidade da situação e correu para o jogador, e com a ajuda do seu assistente Mário Baptista, iniciaram as manobras de reanimação. Após quatro longos minutos e três tentativas de reanimar o Tiago, o jogador deu sinal de vida, sendo depois conduzido ao Hospital de Beja, de onde teve alta, tendo já regressado ontem à escola.
Esta é a história que o Tiago nunca mais vai esquecer durante toda a vida. E se o árbitro não soubesse o que é o Suporte Básico de Vida? O mais certo era o jovem já estar a viver com uns bons palmos de terra em cima. Abençoada formação e abençoado bombeiro/árbitro que soube pôr em prática os conhecimentos necessários para salvar uma vida humana. Não é necessário ser-se médico, doutorado em ciências da medicina ou lá o que fôr, para em poucos minutos salvar uma vida. O bombeiro limitou-se a praticar aquilo que um dia lhe ensinaram e lhe disseram que poderia salvar vidas humanas quando presenciasse uma situação como a do Tiago.
É bom que as administrações dos estabelecimentos de saúde do nosso país invistam mais na formação dos profissionais que administram. Todos, mas todos sem excepção, devemos ter os conhecimentos básicos para acorrer a situações como a que descrevi. No hospital também ocorrem situações de emergência. Embora seja um local com muitos médicos, enfermeiros, especialistas, secretárias, electricistas, vigilantes, auxiliares, etc.,etc., também andam pelo hospital muitos doentes, muitos familiares e acidentes podem acontecer a qualquer momento, em qualquer canto, em qualquer corredor ou em qualquer elevador...e quem está ao lado do acidentado tem de saber como salvar a vida. Todos os minutos contam e não há tempo para grandes demoras. E dada a importância das manobras de reanimação básicas, porque as paragens cárdio-respiratórias são a causa de morte de milhares de pessoas em todo o mundo, podendo ser evitada se a vítima for socorrida rapidamente, é importante cada um de nós estar apto a salvar uma vida. É importante que o maior número de pessoas disponha de conhecimentos de como intervir em caso de necessidade, enquanto se aguarda socorro de emergência médica. Penso que esses conhecimentos deviam começar nas escolas e levar a formação aos pais, às muitas e variadas Associações Culturais e Desportivas, Restaurantes, Hoteis, Lares de Idosos...e a todos os portugueses, por exemplo, através da televisão, jornais e revistas. A televisão, a caixinha que mudou o Mundo, a caixinha que todos ligam mesmo que não vejam, pode mudar a vida de muitos tele-espectadores com programas de educação e ensinamentos, como este do Suporte Básico de Vida. É tudo uma questão de prioridades e de os senhores das televisões optarem por educar, formar, informar e também entreter o Zé Povinho com assuntos realmente importantes para todos os portugueses e ainda com o prémio de um dia poderem ser Heróis, como o nosso árbitro/bombeiro/encarregado/pai a quem o Tiago tanto agradece.
Ainda bem que há pessoas assim!
MOBILIZAÇÃO E TRANSFERÊNCIA
Aconselho aos Auxiliares de Acção Médica( e também aos enfermeiros) que vejam estas imagens. A internet pode ajudar-nos a melhorar a qualidade do serviço que prestamos aos doentes. Em Portugal, principalmente no grupo dos Auxiliares de Acção Médica, ainda existe uma falta enorme de formação profissional. Tenho investigado na internet temas sobre o assunto e cada vez que encontro algo importante tenho-o divulgado aqui e tenho também passado a informação aos colegas que trabalham comigo. A saúde tem muito para melhorar. Há muito trabalho por realizar. A qualidade dos profissionais de saúde deve ser cada vez maior. A Humanização do Serviço Nacional de Saúde também passa por um maior interesse dos profissionais que todos os dias lidam com os utentes, os doentes e todos os que se servem dos serviços de saúde. Eu, como Auxiliar de Acção Médica e a exercer a minha função num serviço de medicina interna, tenho sentido falta de formação para às vezes acorrer a determinadas situações que me aparecem no dia a dia. A experiência não é tudo, tratar e ajudar pessoas doentes não é sempre igual, não é sempre o mesmo tipo de pessoa e nós, como Auxiliares de Acção Médica, devemos saber ser, fazer e ter a cada momento, a atitude e o gesto mais certo e seguro para com quem temos à nossa frente.
05/01/08
ENTRAR E SAIR DO HOSPITAL

O Hospital de São João já tem o sistema de controlo biométrico em funcionamento experimental desde o dia 1 de Janeiro. As máquinas até agora instaladas não são suficientes e as filas de espera começam a ser preocupantes. Ainda na quinta feira passada, as pessoas demoravam 20 minutos para passar o dedo, tanto à entrada das 8 horas como na saída das 14 horas. Com a necessidade de controlar cerca de 5000 dedos durante o dia, as pobres máquinas entraram em greve e obrigaram os trabalhadores a esperar na fila pela sua vez.
No Hospital de Santa Maria, com mais ou menos o mesmo número de funcionários, a administração decidiu instalar 200 máquinas e progressivamente, todos os computadores onde os profissionais acedem vão ter um controlo biométrico. Porque não seguir este exemplo aqui nos hospitais do norte? Claro, Santa Maria é na capital, é em Lisboa e lá é tudo à grande e à francesa. Os trabalhadores do norte também não gostam de esperar na fila, são tão merecedores como os do sul.
04/01/08
A IMPORTÂNCIA DA PONTUALIDADE
A pontualidade é uma atitude, é respeito pelos colegas que vamos substituir no nosso local de trabalho. Eles esperam a nossa chegada a tempo de poderem passar o "turno" com as informações necessárias e importantes relacionadas com os doentes, com as tarefas a fazer durante o nosso tempo de trabalho, etc. Quando o turno chega ao fim todos os auxiliares de acção médica desejam sair e ir para suas casas, tratar da suas vidas familiares, apanhar o autocarro o mais cedo possível...e a pontualidade é uma questão de atitude, de respeito para com os colegas, que às vezes já levam 12 horas de trabalho em cima do corpo.
Pode ser que o ponto electrónico venha a contribuir para aumenter a pontualidade dos auxiliares de acção médica. Eu, regra geral, cumpridor e pontual, não tenho nada a perder com o ter de colocar o meu dedo no detector de assiduidade do hospital. Temo que alguns colegas sejam assíduos para digitalizar o dedo, mas já não sejam pontuais a chegar ao seu local de trabalho. Recomendo que depois da leitura biométrica (a efectuar uns 10 minutos antes do início do turno)se dirijam para o seu local de trabalho e que a pontualidade seja uma atitude sempre presente.Claro que pontualmente podemos atrasar-nos, por causa do trânsito, por causa do autocarro ou por qualquer outra razão, mas isso é explicável, o que não pode ser explicável nem aceite é que este comportamento se transforme numa rotina. Se o autocarro vem sempre atrasado, a solução é ir para a paragem mais cedo e assim também mais cedo vai chegar ao destino. Se havia muitas pessoas na fila para "pôr o dedo", a solução é na vez seguinte entrar mais cedo no hospital e colocar o dedo mais cedo.
Para mim, a pontualidade é uma questão muito importante. E quando se trabalha num hospital ou noutro estabelecimento de saúde, a pontualidade é muito mais importante. A falha ou o atraso de um auxiliar de acção médica pode desencadear um conjunto de falhas a seguir, como atrasos de análises, de exames, de entrega de processos e a sobrecarga de mais trabalho para a equipa de enfermagem.Vamos todos assumir a pontualidade como uma atitude, como uma rotina que nos ajuda a ser mais profissionais. Ganhamos nós, ganham os doentes e ganha o país. Todos ganhamos e este jogo da Vida de auxiliar necessita de nós.
02/01/08
AS FALHAS DA BIOMETRIA

Trata-se de um sistema electrónico de controlo de assiduidade que o Ministério da Saúde decidiu implementar em todos os hospitais e serviços centrais de saúde.
O sistema é tido como o método mais seguro do Mundo. Mas, em Portugal já se descobriu como enganar o sistema. Uma simples prótese de um dedo de silicone, com o registo das linhas e sulcos da impressão digital de qualquer profissional de saúde, pode ludibriar a máquina.
Eu sou Auxiliar de Acção Médica, a mim não me faz qualquer tipo de espécie fazer controlo biométrico. Aliás todos os profissionais no serviço onde trabalho, entramos 10 minutos antes da hora, salvo raras excepções, como acontece em todas as empresas.
No Hospital de São João, o sistema começou a funcionar no dia 1 de Janeiro de 2008. Durante os três primeiros meses, paralelamente, vai continuar a ser utilizado o sistema de controlo clássico, ou seja, o "livro de ponto", para perceber se o sistema biométrico está a funcionar bem.
E parece que as máquinas ainda não se habituaram a ler a biometria de muitos profissionais. Ainda hoje, as máquinas decidiram aceitar apenas os números impares. Os trabalhadores com o número mecanográfico "par" tiveram que ir trabalhar sem fazer o registo biométrico da entrada. Quando saí do meu turno de trabalho, o número de máquinas avariadas era ainda maior e muitos trabalhadores sairam sem o respectivo registo, enquanto outros, entravam não podendo registar o momento.
Os 16 terminais para leitura biométrica instalados no Hospital de São João, estão a revelar-se insuficientes face ao número de funcionários que nele trabalham.
31/12/07
MENSAGEM DE ANO NOVO
FELIZ ANO NOVO!!!
Porque razão desejamos "Feliz Ano Novo"?
Porque celebramos a passagem do ano?
Por esta altura do ano, é normal e geral "fazer uma limpeza",
esquecer o passado, pensar no ano novo que aí vem e desejar um futuro mais promissor.
Apesar de não termos alcançado todas as promessas feitas na passagem de ano do ano que está a chegar ao fim, o desejo de recomeçar volta sempre. O desejo da maioria de nós é o de "atirar o passado para trás das costas", "passar uma esponja no passado", estabelecer novos objectivos e trabalhar para um futuro próspero.
Em vez de decidir "Eu não vou fazer isto" ou "Eu não vou fazer aquilo", devemos dizer "Eu vou fazer isto" e "Eu vou fazer aquilo". Existe uma grande diferença e junta-se uma motivação maior, uma maior determinação e uma maior decisão.
Além do mais, estabelecer objectivos não se restringe ao dia do Ano Novo. Pode acontecer em qualquer altura do ano. Mas quando quer que aconteça, marca de facto um "Novo Ano" na vida de uma pessoa.
Recorda-se do ditado "Hoje é o primeiro dia
do resto da minha vida"
Sim! É verdade!
Mas também é verdade dizer: "FELIZ ANO NOVO!"
30/12/07
Actualmente os Auxiliares de Acção Médica já não são só mulheres. Também há muitos homens que exercem as mesmas tarefas das mulheres. Eles, sabem tão bem como elas, utilizar a esfregona para limpar corredores, enfermarias e limpar o que precisa de ser limpo.
Os Auxiliares de Acção Médica estão a entrar numa fase de mudanças na organização das suas carreiras. Há necessidade de dignificar este grupo profissional e dar formação adequada é um começo. A essa melhoria de formação deve-se juntar uma melhor remuneração, mais baseada nas qualidades de cada profissional, nas suas qualidades humanas, na sua vontade e intuição. O tempo da mão-de-obra barata deve passar à história. Os auxiliares devem manifestar-se contra as formas de trabalho que implicam a desumanização e perda de competência ou que nos impedem a possibilidade de formação.
Está a terminar o ano de 2007 e outro vem aí. Vai ser um ano de muitas mudanças no que diz respeito às carreiras e vínculos dos profissionais de saúde. Os Auxiliares de Acção Médica vão também estar na baila e ninguém ainda sabe como vão ficar quanto às carreiras, mas alguma coisa vai acontecer. Tudo o que seja para melhorar, profissionalizar, humanizar e reconhecer o valor dos auxiliares é por nós bem recebido.
Bom fim de Ano e um 2008 repleto de saúde, paz e amor.
A IMPORTÂNCIA DO DEDO PARA TRABALHAR NO HOSPITAL
O fim do ano é a data limite para pôr a funcionar o controlo de assiduidade por impressão digital nos hospitais portugueses.
No São João, Santa Maria e Coimbra, a instalação dos terminais tem sido pacífica. Mas no Hospital de Santo António os terminais já foram danificados e até já houve pessoas a enganar o sistema com dedos de silicone. Vai entrar em vigor para todos os funcionários a partir do dia 1 de Janeiro de 2008. O registo é para todos os profissionais do hospital e durante três meses continuará, em simultâneo, o velho livro de ponto.
O novo sistema vai trazer mais seriedade no registo das entradas e saídas dos funcionários. Ao contrário do livro de ponto, com o sistema digital, o trabalhador tem mesmo que "pôr" o dedo no sensor biométrico e registar a sua entrada ou saída.
Para mim, com o velho ou com o novo vai continuar tudo como dantes. Raramente chego atrasado e muito raramente saio antes da hora. Já não posso afirmar o mesmo de outros colegas que a partir de Janeiro vão mesmo que mudar alguns maus hábitos.
Os Auxiliares de Acção Médica, elementos das equipas multidisciplinares de saúde, quando faltamos, quando chegamos atrasados, quando não trabalhamos em uníssono é sentido pelas equipas de enfermagem, pelos médicos, pelo pessoal de secretariado...a nossa falta só é notada quando não estamos presentes. Muitas vezes a culpa é nossa e só nossa. Temo é que o sistema digital só registe a hora de entrada e de saída. É um começo para a auto-responsabilidade, mas não é suficiente para transformar o trabalhador num melhor profissional.A assiduidade e a pontualidade são importantes, mas há outros factores que ainda têm maior importância na avaliação do trabalho de cada auxiliar. Ser assíduo, ser pontual, ser eficiente, ser zeloso, ser cuidadoso, ser carinhoso, ser muito paciente são alguns "biométricos" bem mais importantes no desempenho dos Auxiliares de Acção Médica. Todos os profissionais do hospital são importantes e todos somos poucos para prestar bons e profissionais cuidados de saúde.
Saibamos nós, os Auxiliares de Acção Médica, aproveitar a assiduidade e a pontualidade para iniciarmos um dia de trabalho em equipa e cada um fazer aquilo que lhe está atribuido fazer e ajudar outros a fazer mais e melhor.
O NATAL DA VIDA E MORTE NOS HOSPITAIS
O verdadeiro Natal dos Hospitais é feito de muitas histórias tristes, que nem a alegria da música consegue esconder. Por esta altura do ano o hospital enche-se de doentes com os motivos mais variados e estranhos. Até parece que há quem despeje o familiar no Serviço de Urgência e os profissionais de saúde que tratem dele. Os serviços de internamento nesta altura do ano fica super cheio e não há lugares vazios nas enfermarias.
O Natal já lá vai, mas a vida continua e vem aí a passagem para 2008 e a cena vai repetir-se. Se o Menino estivesse para nascer agora, não o seria certamente numa dessas maternidades que encerraram porque um "sábio político" disse que tinha de fechar. O mais certo, era o Menino ter nascido numa ambulância qualquer a caminho do hospital situado a centenas de quilómetros de distância, porque o "sábio" tinha mandado encerrar as maternidades da região.
Hoje, em Portugal, nascer e morrer já não é como dantes. Nascem crianças dentro de ambulâncias a caminho do hospital. Os idosos e os novos morrem numa cama de hospital e vão direitinhos para o cemitério. A vida e a morte nunca andaram tão juntos no hospital. A nós, Auxiliares de Acção Médica, só nos resta acarinhar aqueles que nos colocam nas enfermarias do serviço onde trabalhamos.
24/12/07
18/12/07
UMA HUMIDIFICAÇÃO MAIS BENÉFICA PARA O DOENTE
No hospital e no meu serviço há também os"AQUAPACK". Não sei por que razão(ou melhor, sei, que me dizem ser mais caros...)o stock destes frascos é diminuto e restritivo o seu uso.
Se este sistema é melhor e garante de facto um melhor isolamento, comparativamente aos copos tradicionais, porque os AQUAPACK's são completamente descartáveis e incorporam água estéril no seu interior, se o doente não corre tantos riscos de infecções respiratórias podendo contribuir para uma saída da unidade mais depressa, porque não optar por banir os copos e optar pelos Aquapack's? Os Auxiliares de Acção Médica e os Enfermeiros, demoram menos tempo a fazer a substituição, não se gastam filtros, não se gasta água bidestilada e o doente sai beneficiado com um serviço de melhor qualidade. Ganhamos todos, ganha o país.
10/12/07
AS ELEIÇÕES DOS MÉDICOS E ENFERMEIROS ESTÃO AÍ
Os médicos e os enfermeiros vão ser chamados a eleger os seus respectivos bastonários. Ambas as classes profissionais estão a viver momentos difíceis( e quem não está?). Há médicos e enfermeiros que vivem com o credo na boca, não esquecendo os milhares de enfermeiros que estão em casa sem trabalho. Não dá para entender o nosso sistema de saúde. Dia a dia, nos estabelecimentos de saúde do país, médicos e enfermeiros ( a que se juntam os Auxiliares Acção Médica) trabalham no duro e não conseguem satisfazer as necessidades dos utentes que os procuram. Os médicos e os enfermeiros são daqueles profissionais indispensáveis a um bom funcionamento dos serviços de saúde. Os governantes políticos deste país ( os de ontem e os de hoje), precisavam de ter a necessidade de serem internados num hospital do SNS e rapidamente se aperceberiam dos esquecimentos a que estes profissionais estão a ser levados.As eleições, para além da importância que têm para o futuro de cada uma das classes, devem servir como oportunidade para dar a conhecer ao povo português e aos políticos as suas necessidades, os seus receios, os seus projectos para uma melhoria da qualidade dos serviços que sabiamente prestam a todos. Votem, participem, lutem por um um mundo melhor, mas também por uns profissionais mais reconhecidos por todos nós. Os Auxiliares de Acção Médica , como elementos das equipas multidisciplinares, desejamos que médicos e enfermeiros se fortaleçam mais com estas eleições e todos juntos, cada um nas suas dignas funções, levem os serviços que prestamos a um nível de mais qualidade, mais satisfação e mais humanismo.Todos ganhamos.
08/12/07
AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA COM BOA AVALIAÇÃO DOS UTENTES
Segundo as conclusões de um inquérito de satisfação aos utentes deste serviço, 89% elogiaram a atitude(simpatia, atenção e disponibilidade) dos Auxiliares de Acção Médica que trabalham neste serviço.
22/11/07
NO SABER SER É QUE ESTÁ O GANHO
Estes últimos anos os contratos a prazo cresceram em Portugal. Os hospitais portugueses e outros estabelecimentos de saúde recorreram e continuam a abusar deste tipo de recrutamento dos seus colaboradores. As administrações, para fazer face às faltas de recursos humanos, aproveitando a má situação económica que o país atravessa e com o intuito economicista, não exploram outras formas de reforçar os seus profissionais. Têm medo de errarem quando recrutam? A lei não lhes permite ajustar as necessidades laborais aos ciclos de actividade que passam nessas instituições que dirigem. Então recorrem aos contratos individuais de trabalho, vinculando provisoriamente o trabalhador.
São opções racionais, são decisões tomadas por quem pensa "poupar" alguns euros com mão de obra barata, com falta de formação profissional e convencem-se de que o trabalhador vai trabalhar motivado, alegre e satisfeito. Só na cabeça de alguns administradores! Qual é o nível de motivação do trabalhador que sabe, ou melhor, não sabe, se o seu trabalho vai ter continuidade ou não? E qual é o hospital que investe na formação desse Auxiliar de Acção Médica com um vínculo precário, sem perspectivas de continuidade( é uma possibilidade sempre presente nos contratos a termo certo) tendo que trabalhar dia após dia, evitando não faltar ao serviço? Os próprios Serviços para onde são encaminhados esses profissionais, ou melhor, esses trabalhadores, não gozam de estabilidade no desempenho diário das tarefas a executar devido ao excesso de rotatividade dos elementos dessa equipa multidisciplinar. Com três anos de AAM a equipa do serviço onde eu trabalho está constantemente a ser remodelada. Uns porque pedem transferência para outro serviço, outros porque se vão embora à procura de outro trabalho e há sempre quem necessite de assistência e cuidados de saúde. Ou seja, com uma equipa em que há sempre "jogadores" inaptos para o "jogo" não há Enfermeiro Chefe ou Encarregado de Sector que mantenha o desempenho da equipa numa forma que todos os utentes dos hospitais precisam. E quem aguenta com estas oscilações são sempre os mesmos: os auxiliares assíduos, que dia a dia trabalham com os doentes, os enfermeiros e todos os outros que andam pelos hospitais.
Todos perdemos com estas situações, perde o país, perde o hospital e sofre o trabalhador porque se vê "forçado" a produzir sem compensações justas e verdadeiras. Resta-nos o afecto e os carinhos que recebemos gratuitamente dos doentes.
Mas, haja saúde e sorriam porque ainda não se paga para sorrir.
21/11/07
CANSADO DE TRABALHAR?

16/11/07
MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO DE UM HOSPITAL AOS SEUS COLABORADORES

10/11/07
09/11/07
RANKING DOS HOSPITAIS
Lista dos 10 melhores hospitais Portugueses
1.º São João Porto
2.º Santa Maria Lisboa
10.º Caldas da Rainha
In Revista Sábado, 8/11/2007
08/11/07
ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR DIRIGE MENSAGEM AOS SEUS FUNCIONÁRIOS
Foi em 1998, nos EUA, que a administração de um hospital enviou esta mensagem a todos os seus funcionários.
Obrigado engºAbraão Ribeiro por nos ter dado a conhecer esta mensagem no trabalho que nos apresentou há dias no II Congresso Nacional dos Trabalhadores dos Serviços Gerais da Saúde, na cidade da Maia.
05/11/07
04/11/07
RUMO AO FUTURO: FÓRUM DA MAIA ACOLHE II CONGRESSO NACIONAL DE TRABALHADORES DOS SERVIÇOS GERAIS DA SAÚDE
Rumo ao Futuro, foi o tema central do II Congresso dos Trabalhadores dos Serviços Gerais da Saúde. O tema não foi escolhido ao acaso. É o presente que estamos a viver. É o futuro das nossas carreiras que não sabemos como vão ser. O futuro pertence a cada um de nós. Os trabalhadores dos serviços gerais da saúde hoje, temos uma preocupação: a reestruturação das nossas carreiras. E também temos um pedido: transmitir aos senhores políticos o desejo de continuar a ser "carreira especial" no sector da saúde.
Houve um passado. Há um presente. Há um futuro.
03/11/07
II CONGRESSO NACIONAL DOS TRABALHADORES DOS SERVIÇOS GERAIS DA SAÚDE
Mesa de Honra
01/11/07
A MORTE NO HOSPITAL

Hoje não se fala na morte em casa. As pessoas morrem cada vez mais no hospital e cada vez menos nas suas casas.Tentamos esquecer que a morte é dolorosa e as lágrimas são prova de amor.
Porquê?
"Acabei de lhe dar o lanche. Comeu bem, ficou bem! Mas quando agora entrei na enfermaria, já tinha morrido"- disse o Auxiliar de Acção Médica ao Enfermeiro.
Ainda esta semana, no serviço de internamento onde trabalho como auxiliar, morreram dois jovens de oitenta e tal anos. A morte vem e muitas vezes vem pela calada da noite e ninguém dá conta.
É ou não a morte o fim de tudo?
Se é o fim, assume o carácter de uma terrível mutilação; se não é, a minha morte adquire uma dimensão extraordinariamente nova.
Só tenho nas mãos uma coisa: a esperança
26/10/07
HOSPITAL : A GRANDE OFICINA

24/10/07
A VIOLÊNCIA NOS HOSPITAIS
23/10/07
ASSIM VAI A SAÚDE

Nos dias de hoje, vai-se notando alguma melhoria no sistema de saúde nos nossos hospitais; é de saudar mas é ainda insuficiente para que os doentes tenham o mínimo de condições, de higiene, acomodados e tratados com alguma dignidade. A saúde e o bem-estar dos doentes nos hospitais deveriam ser de excelência em pleno século XXI. Pena é que a excelência só seja visível e televisionada quando alguma individualidade pública faz uma visita aos hospitais. Está tudo muito asseado, limpinho e em particular os doentes bem tratados e bem acomodados nas respectivas camas;por tudo isto, os doentes até têm um sorriso para dar ao ilustre visitante. Estas visitas deveriam ser feitas de surpresa e aos serviços que o anfitrião decidisse na hora, e não uma visita guiada por onde convém mostrar um equipamento novo, para dar a ideia de que em Portugal existe um sistema de Saúde de excelência, quando ao lado ou no piso seguinte os doentes definham dia após dia, sem haver alguém para dar as refeições àqueles cujas condições de saúde não lhes permitem sequer segurar um talher ou um copo nas mãos, tal é o estado de saúde em que se encontram (já me aconteceu, aquando da visita a um familiar, no Hospital S. João, ter de dar a refeição a outro doente da mesma enfermaria, senão o tabuleiro ia direitinho para o refeitório, como já tinha acontecido várias vezes). Certamente que estes doentes não têm um sorriso para dar aos visitantes, mas a satisfação torna-se visível no olhar ternurento a querer dizer, mesmo com alguma dificuldade, a palavra obrigado.
Decerto que essas visitas também não são feitas nas consultas externas, em que os doentes se deslocam como podem às 8 horas, alguns em jejum, para a respectiva consulta, e por vezes são 15 0u 16horas e os mesmos ainda não foram atendidos, nem tiveram a possibilidade de saborear uma refeição sequer, mas os médicos foram almoçar e a horas, e não deram nenhuma explicação aos doentes. Assim vai a Saúde nos nossos hospitais ....
José Augusto Moreira joseaugusto_sobreira@sapo.pt
in www.jn,23/10/2007(Página do Leitor)
20/10/07
OS AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA SÃO ESSENCIAIS PARA O BOM FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL

Correio da Manhã – Quantos excedentários existem na Função Pública?
Por exemplo, nós não podemos criar soluções que abram a porta à desqualificação da Administração. Não podemos ter mecanismos que permitam a saída de pessoal muito qualificado. E até pessoal menos qualificado. Por exemplo, no funcionamento de um hospital é muito importante um médico, mas são essenciais os auxiliares de acção médica.
– Quando é que se vai começar a falar do contrato de trabalho em funções públicas?
18/10/07
SIADAP: JUSTO OU INJUSTO PARA AVALIAR O DESEMPENHO DOS AUXILIARES ACÇÃO MÉDICA?
Os Auxiliares de Acção Médica devem ter metas definidas, níveis de motivação elevados e ser responsabilizados perante os objectivos que a instituição delineou.
Com objectivos definidos, o hospital tem modo de perceber quais os colaboradores que lidam melhor (ou pior) com a pressão e assim poder conhecer as suas qualidades e defeitos.
No final do período em avaliação, os AAM, conforme alcancem ou não os seus objectivos, deviam receber um prémio de produtividade. Simples e justo.
Agora, imaginemos que num serviço, por exemplo, de Medicina Interna, onde trabalham 20 AAM,15 deles alcançam os seus objectivos.Mas nem todos vão poder ter a nota a que tem direito ( apesar de terem alcançado os objectivos...) por causa da imposição das quotas.
Será justo? Não é não senhor.
Em Portugal, é através do SIADAP que a administração pública vai avaliar o desempenho dos funcionários, agentes e demais trabalhadores, dos dirigentes de nível intermédio e organismos da administração directa do Estado e dos institutos públicos. O sistema prossegue um conjunto de objectivos, de que se destacam:
-promover a excelência e a melhoria contínua dos serviçosprestados aos cidadãos e à comunidade;
-promover a busca da melhoria contínua dos níveis de produtividade e eficiência;
-fomentar uma cultura de exigência, motivação e reconhecimento de mérito;
-potenciar o trabalho em equipa, promovendo a comunicação e cooperação entre serviços, dirigentes e trabalhadores;
-fomentar oportunidades de mobilidade e progresso profissional de acordo com a competência e o mérito demonstrados;
-identificar as necessidades de formação e desenvolvimento profissional adequadas à melhoria de desempenho e fortalecer as competências de liderança e de gestão.
O SIADAP, por muitos bons princípios que tenha, precisa de tempo para se impor. Como vamos escolher, daqueles que são excelentes, aqueles que devem progredir e os que não cabem nas quotas? Parece-me que os escovinhas e os lambe-botas vão continuar a ganhar aos realmente dedicados, excelentes e merecedores de boa avaliação. Quem nos vai avaliar? Lembram-se da história do cão que foi ao talho comprar carne para o seu "chefe"? Deus nos livre de encarregados com esse tipo de avaliações e decisões.
O PAPEL DO AVALIADOR

AVALIAR O DESEMPENHO DOS AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA

17/10/07
PERFIL PROFISSIONAL DO AUXILIAR DE ACÇÃO MÉDICA EM PORTUGAL
AUXILIAR DE ACÇÃO MÉDICA (M/F)
ÁREA DE ACTIVIDADE - SAÚDE
OBJECTIVO GLOBAL
Colaborar, sob a orientação de técnicos de saúde, na prestação de
cuidados aos utentes, na manutenção das condições de limpeza e
higienização nas instalações e no apoio, logístico e administrativo, ao
serviço e/ou unidade integrados em estabelecimentos de cuidados de
saúde.
SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS) - Auxiliar de Acção Médica (m/f)
ACTIVIDADES:
1. Colaborar na prestação de cuidados aos utentes, sob a orientação de técnicos de saúde:
1.1. Auxiliar na mudança de posição do utente para ser submetido a exame, a tratamento ou a
cuidados de higiene e conforto, nomeadamente, na mudança de roupas, substituição de sacos
colectores, fraldas e arrastadeiras;
1.2. Efectuar medições de produtos orgânicos, nomeadamente, urina e conteúdo gástrico;
1.3. Efectuar o transporte e a inutilização de sacos colectores, fraldas e outros materiais;
1.4. Ajudar nas tarefas de recolha de material para análise biológica e nas tarefas para a medição da temperatura corporal e da tensão arterial;
1.5. Proceder ao acompanhamento e transporte interno e externo de utentes, nomeadamente, em camas, macas, cadeiras de rodas e a pé;
1.6. Assegurar a distribuição das refeições, preparar refeições ligeiras ou suplementos alimentares e apoiar os utentes na sua alimentação, sempre que necessário.
2. Manter as condições de limpeza e higienização nas instalações e efectuar a esterilização do
material, sob a orientação de técnicos de saúde:
2.1. Proceder à limpeza e desinfecção das zonas e espaços de trabalho e dos equipamentos,
nomeadamente, instalações, quando necessário, e incubadoras, mesas de trabalho, unidades
dos utentes, macas, utensílios e outros materiais;
2.2. Preparar e esterilizar o material, nomeadamente, seleccionando-o, lavando-o e empacotando-o segundo técnica adequada;
2.3. Proceder à substituição da roupa de cama dos utentes.
3. Apoiar, logística e administrativamente, o serviço e/ou a unidade de acção médica, sob a
orientação de técnicos de saúde:
3.1. Efectuar a recolha de roupas sujas e a sua entrega na lavandaria e proceder à recepção e
distribuição de roupas lavadas pelos serviços e/ou unidades;
3.2. Assegurar o serviço de mensageiro transportando, nomeadamente, processos de doentes de e para o arquivo, requisições e produtos para análise;
3.3. Efectuar o transporte de equipamentos, utensílios e produtos químicos e farmacêuticos,
nomeadamente, balas de oxigénio, materiais esterilizados, aparelhos para exames e
medicamentos, entre os diversos serviços e/ou unidades e proceder à sua distribuição;
3.4. Assegurar a reposição de materiais de uso clínico e de consumo corrente em articulação com os serviços de aprovisionamento e de acordo com os níveis de consumo previamente
estabelecidos;
3.5. Colaborar com a equipa de saúde na circulação de material durante as intervenções cirúrgicas;
3.6. Assegurar o cumprimento das regras respeitantes às visitas dos utentes, zelando pelo bem-estar e pela segurança destes;
3.7. Colaborar na elaboração dos trâmites administrativos do serviço e/ou unidade, registando as informações referentes à sua actividade.
4. Colaborar nos cuidados pós-mortem e efectuar o transporte de cadáveres para a morgue.
5. Transmitir à equipa de saúde, oralmente ou por escrito, as ocorrências e situações anómalas
referentes ao serviço.
COMPETÊNCIAS
SABERES
1. Noções da estrutura e do funcionamento dos estabelecimentos de cuidados de saúde.
2. Segurança, higiene e saúde do trabalho.
3. Língua portuguesa.
4. Comunicação e informação.
5. Relações interpessoais.
6. Processos de motivação.
7. Cuidados básicos de saúde.
8. Noções de nutrição e dietética.
9. Noções de anatomia e fisiologia humana.
10. Noções sobre mobilização.
11. Higiene pessoal e ambiental.
12. Noções de esterilização.
13. Noções de primeiros socorros.
14. Ética e deontologia da actividade profissional.
15. Informática na óptica do utilizador.
SABERES-FAZER
1. Exprimir-se, oralmente e por escrito, de forma a facilitar a comunicação com o utente e a equipa de saúde.
2. Adequar os cuidados de higiene e conforto às necessidades e características do utente.
3. Aplicar técnicas adequadas ao posicionamento e mobilidade do utente.
4. Aplicar os procedimentos adequados à medição de produtos orgânicos.
5. Aplicar técnicas de inutilização de materiais.
6. Aplicar os procedimentos de apoio à recolha de material para análise biológica e às tarefas
para medição de temperatura corporal e da tensão arterial.
7. Aplicar técnicas adequadas ao transporte interno e externo de utentes.
8. Utilizar os processos de preparação de refeições simples e suplementos alimentares.
9. Utilizar as técnicas adequadas à manutenção das condições de limpeza e de higienização das
zonas de trabalho e dos equipamentos.
10. Utilizar os procedimentos adequados à preparação e esterilização dos materiais.
11. Utilizar os procedimentos adequados à prossecução do serviço de mensageiro e à reposição de materiais de uso clínico e de consumo corrente.
12. Interpretar listas e pedidos elaborados pela equipa de saúde, relativos aos equipamentos,
materiais, utensílios e produtos químicos e farmacêuticos utilizados nos serviços e/ou
unidades.
13. Utilizar os procedimentos de apoio administrativo e de aplicação das regras respeitantes às
visitas dos utentes.
14. Utilizar os procedimentos adequados aos cuidados pós-mortem e ao transporte dos cadáveres para a morgue.
15. Identificar situações anómalas referentes ao serviço.
SABERES-SER
1. Respeitar os princípios de ética e deontologia inerentes à profissão.
2. Demonstrar equilíbrio emocional em situação de emergência e outras situações críticas.
3. Demonstrar disponibilidade na relação com os utentes,
com vista à criação de um clima de empatia.
4. Adaptar-se a diferentes situações e contextos de trabalho.
5. Trabalhar em equipa e cooperar para objectivos comuns.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL - ÁREAS TEMÁTICAS
DOMÍNIO SÓCIO-CULTURAL
• Desenvolvimento pessoal, profissional e social
• Legislação laboral e da actividade profissional
• Segurança, higiene e saúde do trabalho
• Sistema nacional de saúde
• Informática na óptica do utilizador
DOMÍNIO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO
• Ética e deontologia profissional
• Estrutura e funcionamento dos estabelecimentos de cuidados de saúde
• Cuidados básicos de saúde
• Nutrição e dietética
• Anatomia e fisiologia humana
• Mobilização
• Higiene pessoal e ambiental
• Esterilização
• Primeiros socorros
• Relações interpessoais
• Processos de motivação
• Comunicação e informação
Obs. Os cursos de formação profissional nesta área devem integrar uma componente teórica e uma componente prática a desenvolver em contexto de formação
e em contexto real de trabalho.
NÍVEL DE QUALIFICAÇÃO - 2
Documento transcrito daqui Portaria nº 459/2005 - 00:51
Ajudante de Saúde (M/F) · Auxiliar de Acção Médica (M/F). ENTIDADE CERTIFICADORA. A Secretaria Geral do Ministério da Saúde é a entidade responsável pela ...portal.iefp.pt/portal/page?_pageid=117,155126&_dad=gov_portal_iefp&_schema=GOV_PORTAL_IEFP&p_... - 29k -
Comentário:
Nem tudo o que aqui está escrito faz parte da actividade do AAM, por exemplo, as alíneas que estão em itálico(eu não tenho essas tarefas atribuidas).Outras tarefas que desempenho também aqui não são mencionadas.
15/10/07
AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA

Assim sendo, o trabalho em ambiente hospitalar constitui não só para a ocorrência de acidentes de trabalho, como também para desencadear frequentes situações de stress e de fadiga física e mental.
No hospital trabalham pessoas que diariamente são confrontadas com situações emocionalmente intensas, tais como vida, doença e morte, as quais causam ansiedade e tensão física e mental.
Fala-se muito na humanização do hospital. Os serviços dos hospitais têm recebido melhorias e hoje os serviços prestados são melhores. As condições de trabalho, a motivação e, em consequência, o bem- estar dos profissionais de saúde tem sido relegado para segundo plano, ou mesmo completamente descurado.
As administrações dos hospitais têm-se preocupado com as duas dimensões fundamentais do trabalho hospitalar(o utente e o trabalhador da instituição), mas em relação à dimensão humana do profissional de saúde, esta não parece ser contemplada, interessando sim, os aspectos técnicos, o saber e o saber fazer.
Sendo assim, o ser, o saber ser, o saber estar e sobretudo o bem-estar do profissional de saúde, e neste caso específico o dos Auxiliares de Acção Médica, são aspectos que não parecem ser fonte de preocupação para os responsáveis dos hospitais e outros estabelecimentos de saúde.
O trabalho dos Auxiliares de Acção Médica é extremamente desgastante devido às exigências relativas à prática de horários rígidos e ao trabalho por turnos. Se juntarmos a isto, as condições precárias de contrato que os A.A.M. estão na sua maioria, é um trabalho desenvolvido em circunstâncias altamente stressantes, as quais podem levar a problemas de insatisfação pessoal e profissional.
AS REFORMAS SÓ SÃO PARA ALGUNS...
...em tempos de dificuldades,e embora considere que os cargos políticos devem ser dignamente remunerados,não deixa de me provocar estupefacção a "naturalidade" com que se recebem determinados honorários. A relação que se segue foi recebida via email e a não ser verdadeira apresento as minhas desculpas...
Nem tudo vai mal nesta nossa República(Pelo menos para alguns)Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram eleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (deles) a um subsídio que dizem de reintegração:
- um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que o tenha sido durante um ano recebe dois salários (6.898 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 euros).
Feitas as contas e os deputados que saíram o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros.
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos ........................... 4.400, euros;
Medeiros Ferreira ....................... 2.800,euros ;
Manuela Aguiar .......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta ............................... 2.800, euros;
Helena Roseta ........................2.800,euros
Narana Coissoró ........................... 2.800, euros;
Álvaro Barreto .............................. 3.500,euros;-
Vieira de Castro ............................. 2.800,euros;
Leonor Beleza .............................. 2.200, euros;-
Isabel Castro ................................. 2.200,euros;
José Leitão .................................... 2.400,euros;-
Artur Penedos ............................... 1.800,euros;
Bagão Félix ................................... 1.800,euros.
Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos os seguintes:
Luís Filipe Pereira ............... 26.890, euros / 9 anos de serviço;
Sónia Fortuzinhos .................. 62.000, euros / 9anos e meio de serviço;
Maria Santos .......................... 62.000, euros /9anos de Serviço;
Paulo Pedroso ....................... 48.000, euros /7anos e meio de serviço;
David Justino ......................... 38.000, euros /5anos e meio de serviço;
Ana Benavente ...................... 62.000, euros/9 anos de serviço;
Mª Carmo Romão ................... 62.000, euros /9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes ............... 62.000, euros/ 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente a última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000, euros cada.É assim a nossa República (das bananas) !!!!!!!!!!!!!É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFICIOSAOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE...
10/10/07
CONFIA EM TI!
CONFIA EM TI !
CONFIA
NAS TUAS APTIDÕES!
A sensação de inferioridade e de inaptidão costuma destruir as nossas esperanças, mas se tivermos confiança em nós próprios, atingiremos os nossos objectivos.
Nós, como Auxiliares de Acção Médica, não temos que sofrer do complexo de inferioridade. Se durante o dia andarmos alegres, transmitindo energia positiva à nossa volta, com uma atitude alegre e bem disposto, o nosso dia passa e nem damos conta das horas terem passado.
Outro pensamento a ter sempre presente é o de que Deus está sempre ao nosso lado e n'Ele está a cura para a nossa falta de confiança.
Mantém-te interessado na tua carreira de auxiliar, ainda que humilde, pois ela é um ganho real no mundo em que vives.
Muitos lutam por altos ideais e em todos os hospitais há vidas cheias de heroísmos.
Alimenta a tua confiança e a fortaleza do teu espírito que te protegerá nos momentos inesperados de infortúnio, mas não desesperes com perigos imaginários. Muitos temores nascem do cansaço e da acumulação de muitas horas de trabalho. Portanto, está em paz com Deus seja qual for a concepção que D'Ele tiveres. Na ruidosa confusão das enfermarias, entre médicos e enfermeiros, mantém-te em paz com a tua própria alma, apesar de todas as falsidades, fadigas e desencantos, o mundo será sempre maravilhoso.
Sê prudente e faz tudo para seres um auxiliar feliz.
RUMO AO FUTURO: FÓRUM DA MAIA ACOLHE II CONGRESSO NACIONAL
Destaques
II CONGRESSO NACIONAL DA A.T.S.G.S.
A Direcção da Associação de Trabalhadores dos Serviços Gerais da Saúde, comunica a todos os colegas que se vai realizar nos dias 02 e 03 de Novembro de 2007, o II CONGRESSO NACIONAL da Nossa Associação no Fórum da Maia.
Sendo este mais um facto relevante dos nossos objectivos, convidamos todos os colegas a participarem neste evento de carácter formativo e valorização profissional.
O tema este ano é:
“RUMO AO FUTURO”
Contactos:
Direcção: mailto:direccao@atsgs-pt.com Telemóveis - 917269203 - 917269211
Delegação Regional Norte: norte@atsgs-pt.com Telemóvel - 917269337
Delegação Regional Centro: mailto:centro@atsgs-pt.comTelemóvel - 917269138
Delegação Regional Sul: sul@atsgs-pt.com Telemóvel - 917269134
PROGRAMA:
(Clique na imagem para ampliar)
05/10/07
AUXILIARES DE ACÇÃO MÉDICA E OS HORÁRIOS DE TRABALHO

03/10/07
A ASAE É PRECISA NOS HOSPITAIS
Asae encerrou cozinhas de hospitais portugueses.
Se as encerraram é porque encontraram situações de incumprimento das regras de higiene e segurança alimentar.
A alimentação nos estabelecimentos de saúde é de uma importância tal que a recuperação dos doentes internados nessas unidades de saúde pode ficar comprometida.
Fechar a cozinha de um hospital não é o mesmo que encerrar a cozinha de um restaurante. Embora em ambos os estabelecimentos a higiene e a segurança alimentar devem ser sempre as melhores, nos hospitais em particular, esses cuidados têm de ser muito maiores. Os utentes(doentes) do hospital, principalmente os que necessitam de internamento, estão muitas vezes mal nutridos quando entram e se a alimentação que lhes administrarem durante o internamento não estiver em perfeitas condições de confecção, conservação e distribuição até ao momento de as ingerir...algo de muito grave pode ocorrer tendo consequências inimagináveis para a saúde do doente.
Eu, como Auxiliar Acção Médica, frequentemente tenho que administrar a alimentação aos doentes internados no serviço onde exerço a minha função. No hospital todos temos o máximo cuidado com os alimentos e temos vindo a participar em acções de formação para melhorar o nosso serviço. Uma das coisas que nos alertam os dietistas é a vigilância e o controlo acerca das temperaturas a que o "carro" da alimentação trabalha durante o tempo de aquecimento da comida. Se algo de anormal acontecer durante o tempo de aquecimento devemos comunicar logo para quem de direito a fim de resolver o problema.
A cozinha do hospital foi remodelada, bem como o refeitório que serve refeições a todos os profissionais de saúde que lá trabalham. Há também muitos estudantes da Faculdade que ali vão tomar as suas refeições. O mesmo fazem algumas pessoas que ali vão visitar os seus familiares.
Ou seja, a cozinha de um hospital, diariamente, fornece uma enorme quantidade de refeições e a um número variado de pessoas. Os doentes do hospital, como doentes que estão, terão menos defesas a uma menos cuidada higiene na confecção dos alimentos. Por isso, as cozinhas, as máquinas, as pessoas que manipulam os alimentos, as instalações onde funciona a cozinha e todo o circuito por onde andam os alimentos(carros de alimentação, corredores, elevadores, copas, tabuleiros, enfermarias, profissionais...) têm que oferecer as condições ideais de higiene e segurança alimentar.
Estas inspecções aos hospitais deviam ser uma acção normal e não só de vez enquando...e porque não estender essas acções às enfermarias dos hospitais que muitas vezes são o "refeitório" dos doentes?
02/10/07
SNS TEM QUE MELHORAR

O relatório sublinha que o sistema de saúde português «não é tão avançado como o de Espanha», mas valoriza os resultados positivos quanto à mortalidade infantil.
O Ministério da Saúde fez saber que concorda com o diagnóstico do estudo e que está a tratar das soluções.
A cotação atribuída ao nosso país envergonha-nos. Mas há que perante esta triste realidade se encabrite corporativamente e grite que temos o melhor sistema de saúde do mundo. Claro que com tal cegueira o sistema nunca mais melhoraria. O que nos vale é que na Saúde também há muitos profissionais que não aceitam baixar os braços e tudo fazem para prestar à colectividade cuidados de saúde de excelência. A esses é devido o nosso reconhecimento público!













